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Quadro III.4.1. Trajetória da dívida (% do PIB)

Fonte: Ministério das Finanças.

Note-se ainda que o efeito negativo dos juros tem vindo a diminuir nos últimos anos, o que resulta da redução da taxa de juro implícita da dívida. Para esta evolução contribuiu, para além da política do Banco Central Europeu e do processo de consolidação orçamental, a estratégia de gestão da dívida pública assente no reembolso antecipado do empréstimo do FMI, no prolongamento das maturidades dos títulos e na manutenção de um nível de depósitos capaz de garantir as necessidades de financiamento em caso de dificuldade no acesso ao mercado de capitais.

Gráfico III.4.1. Contributo para a variação da dívida pública (pontos percentuais do PIB)

Fonte: Ministério das Finanças.

Em 2019, a dívida pública líquida de depósitos da Administração Central deverá também prosseguir uma trajetória descendente, situando-se em 112,3% do PIB (i.e. uma diminuição de 2,3 p.p. face a 2018). Prevê-se uma continuação da diminuição dos depósitos da Administração Central em percentagem do PIB (-0,4 p.p ), justificada, nomeadamente, pela melhoria da notação de rating da dívida soberana (Gráfico III.4.2).

2015 2016 2017 2018e 2019P

Dívida pública consolidada (% PIB) 128,8 129,2 124,8 121,2 118,5Variação em p.p. do PIB -1,8 0,5 -4,5 -3,5 -2,7

Efeito saldo primário -0,2 -2,2 -2,9 -2,7 -3,1Efeito dinâmico -0,3 -0,4 -1,6 -1,1 -1,0

Efeito juros 4,6 4,2 3,8 3,5 3,3Efeito PIB -4,9 -4,6 -5,4 -4,5 -4,3

Outros -1,4 3,1 0,0 0,3 1,4

II SÉRIE-A — NÚMERO 13________________________________________________________________________________________________________

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