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Gráfico 18 – Dívida pública de Maastricht, desagregada por subsector (em milhões de euros nos dois eixos)

Fontes: Banco de Portugal e cálculos da UTAO. | Notas: A dívida de Maastricht das Administrações Públicas encontra-se

consolidada, enquanto a dívida de Maastricht dos subsectores e das regiões não se encontrada consolidada pela dívida

pública detida pelos restantes subsectores das Administrações Públicas. A análise subjacente a este quadro foca-se na

evolução da dívida de cada subsector público, independentemente da fonte de financiamento, pelo que se apresenta

a dívida de cada subsector/região não consolidada com os restantes subsectores.

4.3. Financiamento da economia portuguesa e dívida externa

48 A evolução do saldo orçamental e da dívida do sector das Administrações Públicas tem efeitos no financiamento da economia portuguesa. O sector institucional das Administrações Públicas apresentou

um contributo negativo para o financiamento da economia portuguesa em 2017. Nesta análise, o sector

privado corresponde aos restantes sectores institucionais: famílias, sociedades financeiras e sociedades

não financeiras. A economia portuguesa apresentou em 2017 capacidade de financiamento (Gráfico

19) no montante de 2,1 mil M€ (1,1% do PIB), desagregando-se entre –5,8 mil M€ (–3% do PIB) no sector

das Administrações Públicas e 7,9 mil M€ no sector privado. Este resultado reflete um ligeiro aumento

(0,2 mil M€) da capacidade de financiamento entre 2016 e 2017, essencialmente devido ao contributo

da melhoria no sector privado, sendo atenuado pela deterioração da necessidade de financiamento

das Administrações Públicas.

49 Relativamente à decomposição do sector privado, os sectores institucionais famílias e sociedades financeiras apresentaram capacidade de financiamento em 2017, enquanto o sector institucional

sociedades não financeiras registou necessidade de financiamento. O sector institucional famílias

registou capacidade de financiamento (Gráfico 20) no montante de 2,0 mil M€ em 2017, abaixo do

verificado no ano anterior (2,4 mil M€ em 2016), enquanto as sociedades financeiras aumentaram a

capacidade de financiamento de 3,4 mil M€ em 2016 para 7,4 mil M€ em 2017. Em sentido oposto, as

sociedades não financeiras registaram um aumento das necessidades de financiamento de 0,2 mil M€

em 2016 para 1,5 mil M€ em 2017.

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Administrações Públicas (esquerda) Administração Central (esquerda)

Madeira (direita) Açores (direita)

Administração Local (direita)

23 DE ABRIL DE 2019______________________________________________________________________________________________________________

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