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II SÉRIE-A — NÚMERO 30

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 Fomentar a utilização do comércio eletrónico no tecido empresarial português, através de programas e

incentivos à formação e apoio ao uso destas ferramentas;

 Apoiar a criação de plataformas que permitam, de forma digital, acelerar a capacidade exportadora das

empresas portuguesas, através de um investimento firme em infraestrutura inteligente, capaz de análise

preditiva e do estabelecimento de interconectividade entre diferentes agentes económicos nacionais;

 Disponibilizar, através das agências e organismos do Estado, mais informação relativa a mercados

externos, pesquisas e consultas, com intervenção de mecanismos de «profiling» e «targetting» baseados em

inteligência artificial ou em ferramentas que possam suportar uma melhor indexação da produção nacional;

 Apoiar a criação de um ecossistema digital onde todas as áreas de digitalização sejam combinadas e,

em especial, apoiar a trajetória de crescimento das startup digitais para PME digitais;

 Combater a infoexclusão, incentivando e dinamizando programas de informatização e presença online

para o tecido empresarial português;

 Direcionar incentivos à aquisição de meios digitais que permitam o aumento da atividade exportadora;

 Promover a divulgação de boas práticas e casos exemplares de internacionalização, assegurando a

disseminação dessa informação;

 Reduzir as barreiras legislativas e burocráticas ao livre fluxo de dados não pessoais em Portugal e

respetiva integração num mercado europeu de dados;

 Apoiar o tecido empresarial para a entrada em pleno funcionamento do mercado único digital Europeu;

 Massificar a titulação eletrónica dos negócios jurídicos, permitindo a sua realização, disponibilização,

arquivo e consulta online em formato eletrónico;

 Incrementar a cooperação internacional no âmbito da circulação e validação de documentos e na

realização de negócios jurídicos transnacionais, designadamente através de plataformas eletrónicas seguras.

Continuar a apostar no Turismo para o aumento das exportações.

Nos últimos anos, o turismo assumiu um papel relevante para a recuperação económica, sendo o setor

líder no crescimento de exportações – com o crescimento de 45% das receitas turísticas nos últimos 4 anos,

constituindo um poderoso instrumento quer de promoção internacional do país, quer de coesão económica,

social e territorial.

O Turismo está a afirmar-se como uma atividade cada vez mais sustentável: i) ao longo do ano, com 2018

a atingir o menor índice de sazonalidade de sempre: 36%; ii) ao longo do país, com fortes investimentos

públicos e privados que têm criado infraestruturas e diversificado a oferta turística e atraído novos públicos; iii)

na capacidade de criação de postos de trabalho e de manutenção do nível de emprego ao longo de todo o

ano, ultrapassando pela primeira vez 400 000 trabalhadores declarados à Segurança Social; e iv) no contributo

para a dinamização de outros setores e na afirmação internacional de Portugal como país de referência e

inovador.

Esta aposta e este esforço têm de ser continuados, seja por entidades públicas, seja por entidades

privadas, para garantir que Portugal continua a liderar como o destino turístico mais sustentável, autêntico e

inovador para viver, investir, trabalhar, estudar e filmar – além do melhor destino para visitar. Assim, o

Governo irá:

 Adotar uma Estratégia Turismo 2030;

 Promover a inovação no setor, por via da antecipação, experimentação e disseminação de tendências e

de soluções e de capacitação de competências digitais, em toda a cadeia de valor;

 Capacitar Portugal como destino turístico sustentável e inteligente, para a valorização da autenticidade e

do território, gestão de fluxos de procura, mobilidade e desconcentração da procura ao longo do país e ao

longo do ano, posicionando-o como destino de referência no turismo de natureza e desenvolver um programa

de turismo ferroviário;

 Promover a digitalização da atividade do setor, seja pela digitalização da oferta turística portuguesa, nas

suas diferentes dimensões: empresas, serviços, experiências e recursos, seja pela criação de uma plataforma

nacional para a partilha de conteúdos e de roteiros, dando visibilidade à diversidade da oferta em todo o

território, bem como disponibilizar indicadores turísticos online no travelbi, em tempo real, e informação