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31 DE JULHO DE 2020

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A despesa efetiva consolidada do Programa Saúde aumentou 11,3% em 2018 face a 2017, sendo o

aumento de 14,3% na despesa de capital e 11,2% na despesa corrente. Em valor absoluto, o maior aumento

foi na rubrica Aquisição de Bens e Serviços Correntes, que aumentou 902 M€, conforme se evidenc ia no

quadro seguinte:

PO13-Saúde: Despesas por classificação económica

(valores consolidados, milhões de euros)

Classificador económico CGE 2017 (a)

CGE 2018 (b)

Variação absoluta

Variação percentual

DESPESA CORRENTE 9813,7 10909,3 1095,6 11,2%

DESPESAS COM O PESSOAL 3970,4 4152,8 182,4 4,6%

AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS

5755,4 6657,7 902,3 15,7%

TRANSFERÊNCIAS CORRENTES

58,5 65,6 7,1 12,1%

OUTRAS DESPESAS CORRENTES

29,3 33,1 3,8 13,0%

DESPESA DE CAPITAL 145,5 166,3 20,8 14,3%

AQUISIÇÃO DE BENS DE CAPITAL

110,6 140,0 29,4 26,6%

OUTRAS DESPESAS DE CAPITAL

34,9 26,3 -8,6 -24,6%

DESPESA TOTAL 9959,2 11075,6 1116,4 11,2%

DESPESA EFETIVA 9930,2 11056,5 1126,3 11,3%

(a) Fonte: Execução de 2017 – Total consolidado, Quadro 154, Conta Geral do Estado 2017, volume I, Tomo I, Ministério das

Finanças

(b) Fonte: Execução de 2018 – Total consolidado, Quadro 152, Conta Geral do Estado 2018, volume I, Tomo I, Ministério das

Finanças

A CGE/2018 destaca, no agrupamento da Aquisição de Bens e Serviços, «as despesas com os Produtos

Vendidos nas Farmácias (1338,8 milhões de euros), Produtos Químicos e Farmacêuticos (1545,5 milhões