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publicada na pela DGO em janeiro de 2020; (ii): A informação para 2020 constitui a previsão

constante do Relatório do OE/2020.

3.2 Evolução face a 2017 por subsector e grandes rubricas da classificação económica

98. Dada a dimensão absoluta do subsector Estado, o maior contributo para a redução de 604 M€ no

défice das Administrações Públicas veio dele. A Segurança Social e as Administrações Subnacionais

repetiram as posições excendentárias de 2017 e voltaram a contribuir para a subida do saldo global do

sector. Apenas o subsector dos Serviços e Fundos Autónomos registou uma degradação homóloga do

saldo. Numa abordagem por subsectores, no ano de 2018 o saldo global de – 2475 M€ das AP

decompôs-se num défice de – 4840 M€ na Administração Central e de excedentes de 1942 M€ na

Segurança Social e de 423 M€ nas Administrações Subnacionais, conforme Tabela 6 e Gráfico 17. A

melhoria de 604 M€ no saldo global ajustado beneficiou da evolução do subsector Estado, com um

contributo de + 1019 M€, e, em menor escala, dos da Segurança Social (+ 282 M€) e das Administrações

Subnacionais (+ 131 M€). Apenas o subsector dos Serviços e Fundos Autónomos registou uma

degradação da sua posição, com um contributo de – 828 M€, explicado, essencialmente, pelas

Entidades Públicas Reclassificadas (EPR).

Tabela 6 – Saldo global ajustado das Administrações Públicas em 2017 e 2018, por subsector (em milhões de euros)

Fonte: Ministério das Finanças e cálculos da UTAO. | Notas: (i) A informação relativa à CGE/2017 consta de Ministério das Finanças

(2018), Relatório da Conta Geral do Estado, exercício de 2017, Vol. I, Quadro 25. (ii) A informação relativa à CGE/2018 consta de

Ministério das Finanças (2019), Relatório da Conta Geral do Estado, exercício de 2018, Vol. I, Quadro 23. (ii) Os valores encontram-se

ajustados dos fatores que limitam a comparabilidade homóloga identificados na Caixa 2, p. 38.

Gráfico 17 – Contributos por subsector para a variação do saldo global ajustado no período 2017–2018 (em milhões de euros)

Fontes: Relatório CGE/2017 e 2018 e cálculos da UTAO.

99. A receita da AP cresceu em 2018 a um ritmo superior ao da despesa, aumentando em ambos os

casos o seu peso na economia. Na análise conjugada da receita e da despesa ajustadas, verifica-se

que em 2018 o aumento da receita (+ 5,4 %) é superior ao da despesa (+ 4,4%), daqui resultando a

2017

CGE OE inicial CGECGE/2018

face CGE/2017

CGE/2018

face OE/2018

Administração Central e Segurança Social -3371 -4524 -2898 473 1627

Estado -4883 -5615 -3864 1019 1750

Serv iços e Fundos Autónomos -147 187 -976 -828 -1163

dos quais EPR -1151 -1283 -2130 -979 -847

Segurança Social 1660 903 1942 282 1039

Administração Local e Regional 293 880 423 131 -457

Administrações Públicas -3078 -3644 -2475 604 1170

2018 Variação

-3 864

-976

423

1 942

-4 840

-2 475

1 019

-828

131

282191

604

-1 000

-500

0

500

1 000

1 500

-6 000

-5 000

-4 000

-3 000

-2 000

-1 000

0

1 000

2 000

3 000

Estado SFA Ad. Regional e

Local

Segurança Social Adm. Central Adm. Públicas

CGE/2017 OE/2018 CGE/2018 Variação CGE2017 vs CGE2018

II SÉRIE-A — NÚMERO 130_____________________________________________________________________________________________________

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