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13 DE JANEIRO DE 2025

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• Capela de Amieiros (Nossa Senhora da Saúde), reconstruída em 1934;

• Capela de Amiosinho (Santa Luzia), concluída em 1994;

• Capela de Amioso Cimeiro (Nossa Senhora de Fátima), construída em 1929;

• Capela de Amioso do Senhor (Divino Senhor dos Milagres), datada do Século XVIII;

• Capela de Amioso Fundeiro (São Pedro), construída em 1769/1771;

• Capela de Casal Novo (Santo António), reconstrução em 1935;

• Capela de Chã de Alvares (Santa Margarida), inaugurada em 1962, substituindo uma anterior de 1888, com

possíveis raízes no Século XV;

• Capela de Cortes (São Cristóvão), da década de 1980;

• Capela de Cortes (São João Baptista), reconstruída em 1981-1983, sendo a data mais remota da

antecessora de 1707;

• Capela de Estevianas (Nossa Senhora da Boa Viagem), construída entre 1949 e 1954 e reconstruída em

1984;

• Capela da Fonte Limpa (São José), restaurada e ampliada em 1982;

• Capela de Mega Cimeira (Nossa Senhora das Preces e São Domingos), com data remota em 1724 e

sucessivas reconstruções, a mais recente das quais em 1996;

• Capela de Mega Fundeira (Nossa Senhora das Dores);

• Capela de Milreu (Nossa Senhora de Fátima), inaugurada em 1951;

• Capela de Obrais (Nossa Senhora do Livramento), com referência em 1795, foi restaurada em 1986;

• Capela de Roda Cimeira (Nossa Senhora da Conceição), referida em 1721, com nova construção já no

Século XXI;

• Capela de Roda Fundeira (Senhor dos Aflitos), inaugurada em 1975;

• Capela de Simantorta (Nossa Senhora da Piedade), referida já em 1721, restaurada no final do Século XX;

• Capela de Telhada (Nossa Senhora da Boa Viagem), inaugurada em 1970.

Ainda com potencial cultural no plano arqueológico merecem referência, para além da já referida Pedra

Letreira, as antigas minas de Escádea Grande, com registo de exploração romana e, mais tarde, no Século XIX,

e com interesse arqueológico-industrial assinalam-se a Chaminé e ruínas da Fábrica Barata Lima, em Alvares,

o Lagar hidráulico de azeite de Mega Cimeira e a ponte de ferro, em Mega Cimeira.

No plano da engenharia civil, destaca-se ainda a Ponte do Soito que pertenceu ao antigo traçado da EN2

que atravessava a vila antes da construção da ponte nova. Esta ponte liga Cacilhas e o Soito com os seus dois

grandes arcos, e que segundo se crê, foi construída em 1858. Na zona ribeirinha do Soito, pode ainda ver os

frondosos álamos centenários, um dos seus ex-libris naturais.

Classificado como imóvel de interesse municipal pelo Edital n.º 2/2004, de 14 de janeiro, assinala-se ainda,

a Casa de São Francisco da Chã, edificada em 1883, pertencendo a uma família abastada de agricultores, com

características do período. O imóvel é atualmente uma unidade de turismo rural, que integra a Rota das Aldeias

do Xisto.

Mais recentemente, em julho de 2008, foi inaugurada uma peça de arte pública na entrada da povoação de

Alvares, o Monumento de homenagem ao resineiro, evocando uma das principais atividades económicas com

tradição no território, perpetuando a sua memória.

É na freguesia de Alvares que se assinala ainda um marco relevante do percurso da estrada nacional n.º 2,

e do seu potencial de roteiro para conhecimento do País. O ponto médio da EN2 – marco 300 – localiza-se

precisamente na freguesia de Alvares, sendo o respetivo marco quilométrico executado de modo diferente,

apresentando inscrições em todas as faces.

Espaços naturais

Os vales criados pela passagem das águas e as encostas repletas de árvores formam uma combinação

perfeita para a prática de todo o tipo de desportos, desde a caminhada, BTT, canoagem, escalada, equitação.

Por todo o lado as vistas são soberbas, e a área possui uma enorme abundância de vida selvagem, tendo

também muito para oferecer a artistas, fotógrafos e observadores de animais, fornecendo várias parias fluviais.