O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

23

Diário das Sessões do Senado

eliminação, mas não tjuero que passe sem dizer o seguinte :

Entendo que ele ficaria bem em t UÍLÍ-quer outra parte menos nestr. proposta de lei.

Tenho dito.

O orador não reviu.

O Sr. Ministro do Interior (Sá Cardoso):—Sr. Presidente: fico cheio de espanto ao ouvir o Sr. Procópio «!D Froitas pedir a palavra sobre este artigo, quando êlé é a expressão do pensamento da S. Ex.a

S. Ex.a disse por várias vezes que 2ra necessário atender ao recrutamento, o eu admiro-me cue vindo ao encontre da opinião de S. Ex.a, o Sr. Senador venha agora estranhar que um caso dctta natureza esteja acui expresso.

Podia esperar tudo menos istc.

Aproveito a ocasião para prestar os Dieus elogios e ato certo ponto agrade ci-"mentos à corporação policial em geral, e a todos os seus chefes que à sua missão tom dado o melhor do seu esforço, para que a polícia se mantenha dentro das boas normas, o que seja, como é, umt ardente defensora u o rogime.

j-\ frente da polícia, encontra-se hoje uni oficial distintíssimo (Muitos apoiado*,), que têm dado à Pátria o seu maior esforço, e que tom conseguido já, aã corporação da polícia, uma disciplina, um amor à ordem, e uma dedicação à República, que eu, dizendo o que expresso aqui, não faço senão justiça à corporaçilo e ao. seu chefe.

Muitos apoiados.

O Sr. Procópio de Freitas:—Comecei por dizer, quando há pouco usei ca palavra, que concordava completamente com a doutrina dêsto artigo.

Apenas o que estranho é que essa doutrina venha consignada aqui neste projecto.

Posto à votarão o artigo 16.° é ap -ovado.

E aprovado, f em discussão, o artigo ^6."

O Sr. Joaquim Crisóstomo:—Há dias um jornal de Lisboa falava acerca de sindicâncias.

Tenho aqui várias vezes protestado contra a eternização das sindicâncias em Portugal.

Para evitar esse abuso, mando para a Mesa um artigo novo.

Dispeaso-me de ler à Câmara um documento muito extenso, que tenho em meu poder, roferente à situação em que se encontram numerosos guardas da polícia de Lisboa desviados do seu serviço.

Entendo que todos esses guardas devem regressar imediatamente às suas funções.

Neste sentido, mando para a Mesa unia outra proposta de artigo novo.

Lidas e admitidas.

O Sr. Ministro do Interior (Sá Cardoso) :—A polícia que se encontra nessa situação está em serviço moderado.

O Sr. Joaquim Crisóstomo: — Não há lei nenhuma que dê aos juizes e delegados da Boa Hora o direito de terem polícias ao seu serviço particular.

O Orador:-—A polícia que se encontra em serviço da Boa Hora não está ao ser-. viço Darticular de ninguém.

E possível que haja abusos. Tomo, porém, nota das considerações feitas por S. Ex."1 para saber o que há a esse respeito.

Domais há serviços adentro da polícia, qu2 convém que sejam feitos por agentes cue estão em serviço moderado, como são os alfaiates, porque, se tivesse de vir pessoal de fora para executar este serviço, ficaria mui;o mais caro.

Quanto às acusações que vêm publicadas no jornal, posso assegurar a S. Ex.a que não "são verdadeiras.

Aceito a proposta de S. Ex.a

Tenho clito.

O orador não reviu.

foi aprovado o artigo 17."

O Sr. Presidente: — Como vai reunir o Congresso marco a próxima sessão para amanhã coo a mesma ordem do dia:

Está encerrada a sessão.

-Eram 17 horas e 00 minutos.

A xeyuir se publicam as diversas pro-fjosias de emenda e artigos novos, requerimentos e pedido de licença apresentados •pelos vários Srs. Senadores:

Proponho que o artigo 1.° seja subs-ntnído pelo seguinte: