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230 | II Série A - Número: 017 | 16 de Outubro de 2010

instalações associadas ao programa solar térmico; à simplificação do procedimento para a implementação de centrais mini-hídricas; e ao novo modelo de incorporação de biocombustíveis.
Em 2011, o Plano Tecnológico aposta nas Redes de Nova Geração (RNG), na inovação e na modernização tecnológica. Com as RNG, pretende-se acelerar a aposta na melhoria dos serviços prestados aos cidadãos e agentes económicos, em particular no apoio às empresas exportadoras, através da implementação da Agenda Digital 2015. O Plano Tecnológico tem, também, como prioridades o estímulo à inovação e a modernização tecnológica da economia, continuando o esforço de Investigação e Desenvolvimento (I&D) mantido nos últimos anos, e reforçando a cooperação entre o tecido empresarial e os centros de investigação e de conhecimento. Finalmente, o turismo continuará a ser uma aposta estratégica enquanto sector fundamental da economia portuguesa. Será reforçada a promoção externa do sector, nomeadamente através de um novo modelo de promoção regional externa de Portugal, do novo portal internacional de turismo (visitportugal.com) e do portal de golfe. Prosseguirá a aposta na qualificação e valorização de museus e monumentos e na formação de recursos humanos, de modo a qualificar a oferta turística, bem como o apoio a investimentos estratégicos de natureza infra-estrutural. Destaque-se ainda o esforço de desburocratização, através da eliminação de custos de contexto no acesso à actividade por parte das empresas turísticas.

Promover as Exportações e a Internacionalização da Economia Portuguesa A estratégia para a consolidação da recuperação económica, em 2011, baseia-se no reforço do contributo das exportações para o crescimento económico e no aprofundamento da internacionalização da economia portuguesa, procurando, desta forma, promover um crescimento económico sustentado, reduzir o défice externo e modernizar o sector produtivo.
A internacionalização da economia portuguesa permanecerá, por isso, uma aposta decisiva para os próximos anos e será um vector de acção governativa transversal às diferentes políticas públicas. Desde logo, com destaque para as acções estruturantes para a competitividade da economia portuguesa, relacionadas com a qualificação das pessoas, o financiamento das empresas e a capacitação tecnológica, nomeadamente no âmbito dos sectores de bens transaccionáveis. A estratégia de internacionalização assenta em cinco objectivos principais: (i) aumentar a actividade das actuais empresas produtoras de bens transaccionáveis; (ii) alargar a base de empresas com capacidade exportadora; (iii) aumentar as exportações de maior valor acrescentado; (iv) reforçar a captação de investimento modernizador; e (v) melhorar o posicionamento da economia nacional em novos mercados.
A promoção destes objectivos, exige uma atenção muito particular à competitividade empresarial, designadamente ao nível das PME exportadoras e com potencial criação de emprego. Neste contexto, a aposta na qualidade, na tecnologia, na inovação e na sociedade do conhecimento, revela-se fundamental para o alargamento da oferta de bens e serviços transaccionáveis, para uma maior diferenciação e para o upgrading da oferta portuguesa. Nesse sentido, justifica-se a continuação dos programas INOV nas suas diferentes vertentes de capacitação dos recursos humanos, com destaque para a formação de quadros profissionais especializados em comércio internacional. No âmbito do INOV-Export, lançado em 2010, serão colocados 500 jovens quadros em PME exportadoras.