O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

12 DE MARÇO DE 2016 83

Valorização Económica da Atividade Cultural e Artística

● Colaboração com áreas como a educação, juventude e o turismo, numa abordagem transversal das artes,

articulada entre a administração central, regional e local, promotores e produtores privados, para

aprofundamento da relação da criação artística e das indústrias culturais e criativas com outros domínios, numa

lógica de benefício mútuo.

● Elaboração de um plano que integre os diversos setores envolvidos, para a consolidação de uma

estratégia de formação, acesso a financiamento, internacionalização e proteção da propriedade intelectual

adequada ao potencial económico da criatividade.

● Criação de uma marca nacional para a certificação, valorização e promoção nacional e internacional das

artes e ofícios tradicionais.

● Fomento de meios e conteúdos digitais para um maior acesso à informação sobre o setor cultural e

criativo, desde a divulgação de iniciativas artísticas a programas de financiamento nacionais e internacionais.

● Dinamização do setor artístico, procurando a proximidade e o diálogo com os agentes culturais, propondo

soluções de transparência e simplificação dos procedimentos de acesso ao financiamento e tentando reforçar

e, onde necessário, reajustar o processo de avaliação e acompanhamento destas entidades.

● Analisar o quadro normativo de apoio às artes, num ambiente colaborativo e de auscultação, visando a

sua atualização ao contexto nacional e internacional em que os agentes culturais operam e procurando a

simplificação dos procedimentos de acesso.

● Incentivar os estágios profissionais, tanto da área artística como da área técnica, no sentido de facilitar a

inserção de jovens no mercado de trabalho.

● Valorização dos Teatros Nacionais como pólos de criação nacional, incentivando a prossecução de

projetos plurianuais com a necessária confiança, o que é essencial para a sua missão. Pretende-se conjugar

instituições com um importante legado histórico, colocando-as igualmente ao serviço da fruição e da criação

nacional e internacional contemporânea, descentralizando a sua ação pelo território nacional.

● Continuar a promover o investimento no cinema e no audiovisual nacional, incentivando a sua produção,

a descoberta de novos talentos, a capacidade de produção, a inovação e as potencialidades nacionais.

● Simplificar e tornar mais acessível o apoio público ao cinema.

● Promoção de projetos e medidas que visem a cativação de público para as salas de cinema, como é o

caso da Festa do Cinema.

● Aprofundar o Plano Nacional de Cinema, criado com o objetivo de formar públicos escolares para o

cinema, alargando o seu âmbito, progressiva e sustentadamente, ao território nacional, com vista ao acréscimo

do número de escolas e alunos envolvidos, de professores abrangidos pelas ações de formação, dos momentos

de visionamento e dos filmes disponíveis.

● Com o objetivo de colmatar a falta de oferta cinematográfica no interior do país, promover novas edições

do «Cinema Português em Movimento».

Divulgar os criadores nacionais no Estrangeiro

● Reforço da política de internacionalização das artes, através do apoio aos agentes culturais, do

acolhimento de programadores e curadores estrangeiros, e da representação institucional nos principais eventos

internacionais das várias áreas artísticas.

● Estabelecimento de parcerias estratégicas intersectoriais com vista a reforçar mecanismos de circulação

e extensão do ciclo de vida dos projetos expositivos nas participações e representações portuguesas em alguns

dos principais eventos internacionais de arquitetura, artes plásticas e design.

● Desenvolver ações que promovam a visibilidade do cinema e do audiovisual português, melhorem a sua

competitividade no panorama internacional e sobretudo o reconhecimento da sua qualidade e singularidade.

● Privilegiar a afirmação do cinema e do audiovisual português nos festivais e feiras do setor, como Berlim

e Cannes, com o intuito de reforçar a promoção internacional do cinema e do audiovisual português, e reforçar

iniciativas que visem atrair o interesse de distribuidores e exibidores e demais parceiros estrangeiros, como o

Programa CPLP Audiovisual e o 1.º Mercado Internacional do Audiovisual dos Países de Língua Portuguesa.

● Analisar mecanismos e instrumentos que potenciem a internacionalização de Portugal como destino da

produção cinematográfica e audiovisual de forma sustentada e a longo prazo.