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6 DE JULHO DE 2016 73

O Sr. Deputado Jorge Machado (PCP) apresentou, nos seus termos, o Projeto de Resolução n.º 167/XIII (1.ª)

(PCP) - Prolongamento da Linha do Metro do Porto até à Trofa, Gondomar e Vila D’Este (Vila Nova de Gaia).

Recordou as 3 fases iniciais de construção com promessas às Populações de substituição do comboio pela

linha do Metro.

Considerou que o caso mais emblemático é o da Trofa.

Propõem a construção de 3 ramais pouco extensos:

1. Trofa – menos de 2 km,

2. Gondomar – principal polo habitacional, e

3. Vª Nª de Gaia – importante centro habitacional.

Em nota final, considerou que o processo da linha do Metro do Porto tem vindo a ser muito mal tratado pelos

sucessivos Governos com um modelo inédito de auto-capitalização dos investimentos a fazer, e sublinhou que

há dinheiro previsto para as linhas de Metro do Porto e de Lisboa.

O Sr. Deputado João Paulo Correia (PS) interveio:

– O PS acompanha as linhas do Projeto de Resolução e também entregou um projeto para a linha do Metro

do Porto;

– Analisou os casos:

o Do ISMAI até à Trofa – foi cometido erro em 2002 com a interrupção do comboio, e nunca mais chegou

o prolongamento até à Trofa; a linha até à freguesia do Muro está estimada em 38 milhões € e há

previsão orçamental no Plano nacional de Reformas (Metros do Porto e Lisboa); é um caso de inteira

justiça; lembrou que também faz falta a construção da variante rodoviária até à Trofa; recordou o

“memorando de entendimento” assinado a 4 dias das eleições, criticando a atuação eleitoral de

comissários políticos/intervenientes, e que não houve capacidade orçamental para executar a obra;

o Da linha amarela até V. Nova de Gaia – cometeu-se erro não construindo estacionamento para alimentar

a linha amarela em St.º Ovídio; é essencial prolongar a linha até Vila d’Este, ligando o principal centro

populacional da área metropolitana do Porto e o Hospital; também há previsão orçamental e o Governo

poderá acolher estes prolongamentos.

O Sr. Deputado Heitor de Sousa (BE) disse acompanhar o Projeto de Resolução, ponderando a prioridade

para as hipóteses enunciadas e deixar ao Governo fixar prioridades; referiu-se ao problema dos interfaces das

estações cuja importância é vital para permitir acessos, criticando a assinatura do protocolo 4 dias das eleições;

para o caso de Vila d’Este defendeu a construção de um interface.

O Sr. Deputado Paulo Rios (PSD) considerou que esta questão do Metro do Porto une todos, notando que

considerar tudo prioridade é difícil; exemplificou com o caso da Trofa, criticando a retirada do meio de transporte

anteriormente existente sem substituição efetiva; analisou a extensão até à estação do Muro, especialmente

premente, mas que não deve ser financiado pelos Municípios, mas pelo Governo, notando o esforço feito para

a assinatura do protocolo mencionado, que considerou importante cumprir, mas admitiu não ser possível cumprir

todas as prioridades; recordou as palavras do Ministro do Planeamento e Infraestruturas no sentido do

financiamento pelo investimento público, sem especial espectativa, e concluiu estarem preocupados.

O Sr. Deputado Hélder Amaral (CDS/PP) recordou a visita feita ao local em anterior legislatura com consenso

dos Grupos parlamentares para a construção destes troços da linha do Metro do Porto; considerou ser uma boa

oportunidade para que se encontrem formas de financiamento e para o Parlamento reiterar unanimemente o

apoio a estas necessidades sentidas pelas Populações.

O Sr. Deputado Jorge Machado (PCP) disse que é legítimo considerar o problema dos interfaces, que não é

questão do Parlamento, mas do Governo; quanto à intervenção do Sr. Deputado Paulo Rios (PSD), considerou

que o caso da Trofa é fácil de resolver e que há capacidade financeira para este investimento; retomou os outros

2 projetos

o do Dragão a Gondomar, com acesso de muita população ao Metro, e

o de St. Ovídio a Vila d’Este,

em que destacou o consenso nesta matéria e quanto a estacionamento; quanto à forma de financiamento,

considerou que há fundo comunitário e outras possibilidades no Plano nacional de Reformas, concordando com