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RELATÓRIO OE2018

Políticas Sectoriais para 2018 e Recursos Financeiros

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redes de experimentação e desenvolvimento em várias regiões e tipos de cultura (vinho e

vinha; regadio; agricultura de montanha, entre outras); iii) o ambiente, com o estímulo a

formas de economia circular; iv) o mar, valorizando o conhecimento científico na economia

azul; v) a economia, estimulado a valorização económica do conhecimento e reforçando

instituições de intermediação; e vi) na cultura, promovendo a difusão e a valorização do

património cultural nas suas mais variadas dimensões;

 Aprofundamento das interações atlânticas, incluindo a instalação do Centro de Investigação

Internacional do Atlântico (Atlantic International Research Centre - AIR Centre) de forma a

integrar o conhecimento de alterações climáticas, da atmosfera, do espaço e dos oceanos,

permitindo consagrar os objetivos das Nações Unidas e do Acordo de Paris para 2030, assim

como facilitar novas agendas científicas e empresariais com base no conhecimento científico;

 Reforço da agenda científica e cultural para o Mediterrâneo, em estreita colaboração com

países e regiões do sul da Europa e do norte de África e do Médio Oriente, designadamente

no âmbito do Programa Europeu PRIMA;

 Lançamento e reforço de uma nova agenda para o espaço, incluindo três eixos estruturantes:

i) estímulo a utilizadores de dados espaciais e a novos mercados, incluindo agricultura,

pescas, território, cidades, segurança; ii) estímulo à produção de dados, através de novos

equipamentos, tecnologias de satélites e o apoio a lançadores de pequenas dimensões,

orientados para as “novas indústrias do espaço”; iii) capacitação científica e técnica e apoio à

cultura científica para o Espaço;

 Reforço da Iniciativa Nacional Competências Digitais (INCoDe2030) através do estímulo a

atividades de I&D em áreas emergentes do conhecimento e do desenvolvimento de novos

mercados de trabalho, garantindo o alargamento de parcerias internacionais em C&T com

ênfase na área das competências digitais; inclui o lançamento de uma iniciativa para a

computação científica nacional em estreita cooperação internacional que venha a garantir a

instalação em Portugal das infraestruturas necessárias para a ligação à rede europeia em

curso de computação científica;

 Evolução na implementação gradual e participativa de um “plano nacional de ciência e

tecnologia”, dinâmico e continuado no tempo, em articulação entre diversos atores

governamentais e não-governamentais e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a

Agência Nacional de Inovação (ANI), e a Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura

Científica e Tecnológica, que conjugue a capacidade e interesse da comunidade científica

com as necessidades dos cidadãos, de empresas e de organizações civis, beneficiando da

experiência dos Laboratórios de Participação Pública e da preparação pela FCT e pela ANI de

agendas mobilizadoras de investigação e inovação;

 Conclusão do processo de avaliação das unidades de I&D, com o propósito de o capacitar e

reforçar, juntamente com a implementação do novo regime legal de estímulo ao emprego

científico, constituindo a concretização deste objetivo, fator de valorização no contexto da

avaliação;

 Apoio à criação de Laboratórios Colaborativos, conforme previsto no Plano Nacional de

Reformas e no Programa Interface, estimulando a inovação e privilegiando o estímulo ao

emprego qualificado em estreita colaboração entre instituições científicas e académicas e o

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