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II SÉRIE-A — NÚMERO 91

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Na análise ao comércio mundial, refere também o RAGCSS (pág. 2):

«Igualmente, o comércio mundial de bens e serviços também acelerou para 4,9% em volume em 2017 (o

valor mais elevado desde 2012); embora também abaixo do crescimento registado na década que antecedeu a

última crise financeira internacional (média de 7,1% entre 1997 e 2007). A melhoria do comércio mundial deveu-

se sobretudo ao maior dinamismo das trocas comerciais dos países emergentes e em desenvolvimento,

especialmente asiáticos, tendo sido mais pronunciado em termos de importações.»

Sobre a análise à Economia da zona euro, afirma o RAGCSS (pág. 2):

«A economia da área do euro também melhorou, tendo o PIB registado um crescimento de 2,4% em 2017,

o mais elevado desta década (1,8% em 2016) associado a uma aceleração das exportações (de 3,4% em 2016,

para 5,1% em 2017) refletindo uma procura externa sólida proveniente da retoma da economia mundial. Já

relativamente ao investimento, este permaneceu mais moderado, apesar das condições de financiamento se

terem mantido favoráveis e da continuação da orientação muito acomodatícia da política monetária do BCE. Por

sua vez, o consumo privado manteve um crescimento moderado, beneficiando da melhoria das condições no

mercado de trabalho e dos progressos alcançados em termos de redução do endividamento das famílias. De

facto, o emprego reforçou o seu crescimento, tendo registado um aumento de 1,6%, em média, em 2017 (1,3%

em 2016) e a taxa de desemprego desceu para se situar em 8,6% em dezembro de 2017 (9,6% em dezembro

de 2016).»

Quanto ao comportamento das taxas de juro, refere RAGCSS (pág. 3):

«As taxas de juro de curto prazo na área do euro desceram ao longo de 2017, renovando níveis

historicamente baixos, com a Euribor a 3 meses a situar-se, em média, em -0,33% (-0,26% em 2016); enquanto

nos EUA, as taxas de juro de curto prazo prosseguiram o movimento ascendente, tendo a Libor subido para

1,26% (0,74%, em média, em 2016) refletindo o prosseguimento da normalização da política monetária em linha

com a expansão económica e a subida da inflação.»

2.2. Economia Portuguesa

O comportamento da Economia Portuguesa, impulsionado, quer pelos referidos contextos económicos

internacionais, quer pela estabilidade interna, mostra um desempenho positivo.