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II SÉRIE-A — NÚMERO 91

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se do maior aumento da população empregada desde 2013.»

 «Em termos de média anual, a taxa de desemprego foi de 8,9% em 2017, o que representa uma

diminuição de 2,2 p.p. em relação a 2016, e a taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 23,9%,

menos 4,1 p.p em relação ao ano anterior.»

 «A população desempregada, estimada em 462,8 mil pessoas em 2017, diminuiu 19,2% em relação ao

anterior (menos 110,2 mil), enquanto a proporção de desempregados à procura de emprego há 12 ou mais

meses (longa duração) foi 57,5%, registando um decréscimo de 4,6 p.p. em relação ao ano anterior.»

Ainda, segundo o RAGCSS (pág. 6-7):

«Os sectores dos serviços, indústria e construção contribuíram positivamente para este forte crescimento do

emprego, enquanto o sector da agricultura, silvicultura e pescas contribuiu negativamente.»

«Por sua vez, estima-se que o emprego privado terá crescido 3,7%, mais 1,9 p.p. do que o registado em

2016, enquanto o emprego nas Administrações Públicas aumentou 1%. No entanto, a evolução do emprego

acima do crescimento do PIB levou a uma redução marginal da produtividade aparente do trabalho de -0,6%.»

Quanto ao desempenho da Economia Portuguesa, em termos de comércio internacional, lê-se no RAGCSS

(pág. 5) que:

 «(…) as exportações cresceram 7,9%, acima dos 4,4% de 2016. Esta aceleração deveu-se, em grande

medida, à forte dinâmica das exportações de serviços (10,9%), com destaque para o setor do turismo (…)»;

 «(…) as importações cresceram 7,9%, 3,7 p.p. acima do ano precedente. Esta aceleração foi sentida tanto

ao nível da componente de bens (+3,5 p.p.), como dos serviços (+5,2 p.p.).»

Os elementos do INE4 relativos a 2017, referem que:

 «Em 2017 as exportações de bens totalizaram 55 029 milhões de euros, o que corresponde a um aumento

nominal de 10,0% face ao ano anterior (+0,8% em 2016). As importações aumentaram 13,1% (+1,8% em 2016),

tendo totalizado 69 489 milhões de euros.»

Sobre o Índice de Preços no Consumidor, veja-se Quadro 4 (pág.7) do e RAGCSS:

«O índice de preços no consumidor registou, em 2017, um crescimento de 1,4%, acelerando 0,8 p.p. face a

2016. Cerca de metade desta aceleração resultou dos desenvolvimentos da componente energética e, em

menor escala, dos bens alimentares não processados. Com efeito, se for excluído o impacto destas duas

componentes, o crescimento do IPC ter-se-ia cifrado em 1,1%, mais 0,4 p.p. do que no ano precedente.»

A este respeito, refere o INE5, relativamente a 2017, que:

 «Em 2017, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação média de 1,4% (0,6%

no ano anterior). Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média

situou-se em 1,1% em 2017 (0,7% no ano anterior).»

4 https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=314610602&DESTAQUESmodo=2. 5 https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=281092574&DESTAQUEStema=00&DESTAQUESmodo=2.