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II SÉRIE-B — NÚMERO 7

Associação dos Agricultores do Concelho de Arouca — 8 cursos de operadores de máquinas agrícolas.

1.3 — Parece-nos que em alguns casos é desadequado e noutros inequivocamente excessivo o plano de forma-

ção aprovado face às carências das zonas abrangidas e ao que deveriam ser as prioridades da formação agrária.

O exemplo mais elucidativo deste tipo de situações é o que se reporta ao plano da AGRESTA, que atinge 25 «áreas de formação», conforme se pode perceber da análise do quadro seguinte:

AuReSTA — Acços* aprovadas para 1996

Número Número Número

Designaçáo das acções/áreas de formação de acções de formandos de horas Concelhos <•)

Formação de formadores........................................................................... 1 15 4.

Empresários agrícolas................................................................................. 6 90 3, 4 (duas), 5, 8 e 10.

Gestão empresarial.................................................................................... 1 15 4.

Contabilidade agrícola................................................................................ 7 105 3 (duas), 4 (duas), 8 e 10 (duas).

OMA........................................................................................................... 5 60 3 (duas), 4, 8 e 10.

Floricultura/arranjos florais........................................................................ 10 150 3, 4 (quatro), 5, 8 (duas) e 10 (duas).

Plantas ornamentais.................................................................................... 3 45 4, 5 e 8.

Horticultura................................................................................................. 6 90 3, 4, 5 (duas). 8 e 10.

Fruticultura................................................................................................. I 15 8.

Pequenos frutos........................................................................:................. 2 30 3 e 5.

Viticultura................................................................................................... 8 120 3 (três), 4 (quatro) e 8.

Enologia.......................................... 2 30 3 e4.

Cunicultura................................................................................................. 1 15 4.

Avicultura................................................................................................... I 15 8.

Pastagens e forragens......................................................... 2 30 5 e 10.

Raças autóctones....................................................................................... 5 75 3, 4, 5, 8 e 10.

Pecuária — leite.......................................................................................... 4 60 5, 8 e 10 (duas).

Pecuária — carne....................................................................................... 4 60 4, 5 (duas) e 8.

Pequenos ruminantes.................................................................................. 2 30 5 e 10.

Caprinos e queijos................................................................................... "5 75 3, 5 (duas), 8 e 10.

Aquacultura................................................................................................. I 15 4.

Apicultura :................................................................................................. 2 30 4 e 5.

Plantas medicinais/aromáticas................................................................... 1 15 4.

Agricultura biológica.................................................................................. 1 15 4.

Fertilização .*........................................................................................... 6 90 4 (duas), 5 (duas), 8 e 10.

Total................................................ 87 1 290 ?

(*) Legenda: 3 — Melgaço; 4 — Monção; 5 — Paredes de Coura; 8 — Valença; 10— Vila Nova de Cerveira.

1.4 —O caso da AGRESTA é também paradigmático do que pensamos ser a ausência de qualquer estratégia regional por parte da CAP que não seja a de favorecer a actividade das entidades promotoras que lhe estão associadas, prática que nos sugere, além do mais, ser geradora de desperdícios. O quadro a seguir apresentado dá conta da actividade formativa da AGRESTA nos cinco concelhos da sua influência:

Numero Número Número

de acções de formandoa de horas

Melgaço.......................................... 14 204 ?

Monção....................................... 28 402 ?

Número Número Número

de acções de formandos de horas

Paredes de Coura...................... 17 255 ?

Valença....................................... 14 207 ?

Vila Nova de Cerveira............... 14 222 ?

Total................ 87 1 290 ?

Esta situação é tanto ou mais difícil de compreender quando se confronta com o número de produtores agrícolas residentes naqueles concelhos (recenseamento de 1989):

Tempo dedicado & exploração

Por claiiea de idade ^„1,,

65anos <50* 5°* a Temf° Total

w anos anos anos J" 100« completo

Melgaço ............................................................. 45 203 776 765 717 845 657 1 024 2 506

Monção ...................................... 90 331 1296 1 050 914 840 1 585 1 236 3 661

Paredes de Coura ........................................................... 80 202 560 556 556 869 1 013 56 1 938

Valença ... ................................... 29 110 437 420 341 490 698 149 1 337

Vila Novade Cerveira..................................................... 26 106 308 287 278 1 005 565 21 1005

Total.................................... 270 952 3 377 3 078 2 806 4 049 4 518 2 486 13 859