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essàu de MO de Julho de 1925

Mas em 'todo o caso, embora infrinja um pouco as praxes, não quero deixar de: agradecer aos meus colegas as palavras amáveis quemedirigiram, e, especialmente neste momento, ao Sr. Carlos Costa: >

Sobre os assuntos que S., Ex.* ver-• sou' devo declarar que .eles são de .uma grande importância e me preocupam bas-' tante. . . .

. Mas nem o problema das estradas-ainda é do 'meu inteiro conhecimonto,\ nem o das águas,, que S.'Ex.a classificou, como sendo um pçoblerna para resolver com facilidade.

O Sr. Carlos Costa (em aparte): — E;de interesse loeal. . . ,

O Orador: — Não tenho informações de^ que tenha entrado na Caixa Geral de Depósitos a importante quantia a que 'S. Ex.a aludiu, como determina a portaria n."° 4:443. - ' '

' 'De'vo também declarar que não assisti a toda a interpelação que S. Ex.a aqui fez ao meu ilustre antecessor.

-E devo mesmo dizer que-não lhe dei aquela acurada atenção que o assunto. merece, e que S. -Ex.a me 'merece também sempre.

Era um assunto que não-me preocupava* directamente.

-Estava muito longe de pensar que viria ocupar este'lugar; mas já"hoje comecei a" tomar as" miahas notas, e no momento em' que recebi o convite do Sr. Presidente da Câmara'-estava à informar- me com o de--legado do Governo junto da Companhia -sobre este assunto.

Vou. estudar o' problema, pór-me ao facto das arguições que S. Ex.? dirigiu à~ Companhia Q depois dar-me hei por habilitado para prosseguir na resposta que o Sr. Ferreira de Simas tinha iniciado..

O Sr. Carlos ,Costa (interrompendo): —

na Caixa Geral? •

:..'", 7 } • ! •

O Orador:—1E vi doentemente que sim, estou naturalmente na disposição de fazer ' cumprir as" determinações legais. "' - O'orador iião reviu:

. O Sr. Carlos Gosta: —Agradeço as ex- • plicações do Sr. Ministro do. Comércio.

Realmente S. Ex.a não podia ter prestado constante atonção -alminha exposição pof-ter sido muito longa;- mas eu vou fornecer a S. Ex.a os elementos essenciais só-" bre o que expus, visto'que só muito tarde' poderá deles' tomar 'conhecimento pela; leitura do Diário das Sessões.

Quanto à promessa 'que S. Ex.a fez de"' obrigar a companhia' a entrar com os 3:000 e tantos contos, aguardo esse acto dê energia do Sr. Ministro do Comércio.

O Sr. Procópio de Freitas (para um re--querimento): — Sr. Presidente : foi sustada a discussão do projecto de lei n.° 907 até^ que comparecesse o Sr. Ministro daa Guerra.

Como S. Ex.a se, encontra presente,, bem podia discutir-se.

O Sr. Presidente: dia. . :

•Está na ordem do

O Sr. Procópio de Freitas:—Mais de uma vez tenho chamado a atenção dos Srs. Ministros do Comércio para a necessidade de ser dotada a ilha do Porto Santo' com um posto de telegrafia sem fios,: que1 permita a ligação'telegráfica dessa' ilha com a Madeira.

Tenho lembrado aos Srs. Ministros que se podia fazer a transferência de um posto que há no Funchal para aquela ilha, quando -estivesse -ultimado Dessa^cidade um posto- que o -Ministério ;da Mari-' nhã estava lá montando.

Creio que -este- posto está'pronto ou' quási pronto; 'pelo menos -já comunica com Lisboa. " '

Portanto,' parece-que chegou o momen--' to de se fazer essa transferência. Na épo-r ca actual não se justifica-rque uma ilha' como a do -Porto-Santo, 'Com bastantes'*1 habitantes, continue vivendo no isolamento ' em que tem estado, . " j • • ' ' *• •'

Noutros tempos, em -que se tornava' necessário um cabo submarino -para se estabelecer uma -ligaçã'0 telegráfica dessa' ilha com a da Madeira, justificava-sé'-a-falta de comunicações dôsse género; masl hoje, ..que, com um:pequeno posto de telegrafia- sem fios, essas comunicações pó- < dem existir; nada justifica a- f na falta. '