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19 DE OUTUBRO DE 1988

BALANÇA DE TRANSACÇ0ES CORRENTEs

RENDIMENTOS OE CAPITAIS

TRANSFE"R2NCIAS UNILATERAIS ~Privadu

TnnsfeUaJ

BALANÇA OE TRANSACÇOES CORRENTES (~PIB)

FONTE: & nro de Portugal, Dcpartalnellto Central de l'lane...,.,to.

PRINCIPAIS INDICADORES MACROECONÓMICOS

Procura lnte."'a Consumo pnvodo ronn..;to bNUI de ap:uJ fixo ~debonoe~lm debeNe~ PJ Bpm

~-d•t~c:orrM\tet C"doPIBl

Divido ex"""" Ct. PIIJ)

ennot d il UOCII U'ol de dznbto efettava

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o..mpreso: Sent~ lato Sentido ,.rito

Rtndlrnento d ltpoNvel do. pardcularu ~Lirlo1

Poupança

~-ctivot Uquid01 na pOMe do pUblko MI· p.tito _,..11 tcOnOaU.

~de-do SPA '"doPIBJ

~c:orren.•ctuco&Uado SPA (~ do PIB)

(A) IIaJo t\t)COP"a8S ftl:!' -{d) jaMo (t)OED

(f) MlNMrio da• Flftançu

uadev em"""""' 0.8 8.1 9.9 1.2 6.8 '-8 ·1.3 94 195 113 74 10-2 3.9 115 ZU 35 45 4.8

MilhO. de d6i.uea

""' 1150 ... 0.1) (3.9] 0.8) 16612 "lO! 183&0 (1U)

" 85 7.1 Taxa de c::rudmftll:o real 2.2 u S.9 1.8 55 J.5

Em ft do rendimuto disponivcl

285 ,.;.o 24.9 ....... noau 21~ 22.2 14.0 28.4 lS.I 12.3 20.0 13.4 10~

-419.2 431.9 S!S.1 (10.9) (9,0) (&5)

,.;s.s 169.2 196.9 (75) (3.9) (3.8)

" 5.0 1:1.0 &.o 12.5 4,0

100 0.3

1&937(8,) J9.81ol

.0.7 -3-S(b)

&J5(0 15

7.3Cc) 6.t (d

2.2 u

22.9

lU(d) IS.S(d) 10.1(d}

SIS,I(e) (8.8)

248.1(e) (UI

Fonte &nco de Portupl. ~rUDM!fUO CenlnJ de ~to. lnJtituto Nadonal de üta:úticl

Pn-sptctivRs

67. O cen,do macro-econ6mlco para 1992 toma em consideraç!o, por um lado, a vulnerabilidade da nossa economia face à envolvente externa e as principais deficiências estruturais e, por outro, os objectivos de crescimento e de absorçlo dos meios financeiros postos à disposiç!o do

Pais pelas Comunidades Europeias

A politica mac:roeconómlca para 1989·92 ser.!. assim determinada fundamentalmente pelas duas seguintes finalidades:

• Acelerar o ritmo de modernizaçJo dil Konomi.a e sociedade portuguesas, 0 que exigir' um esforço adicional de investimento em

~'---------------------------------------------

2-(383).

capital f!sico (produtivo e infraestruturas) e em capttal humano e conaetizad progresstvamente o processo de convrrgfncia .real com os n!Stanles palses da CEE.

• ~nrvu os equilfbrios atacroecon6mios, de modo a prossegwr o processo de convergfnc.ia nominal reduzindo progressivamente a laxa de inflaçlo e o peso do défice do sector pllblico, mantendo as contas externas próximas do equillbrio.

68 Para conseguir esta dupla finalidade. o Governo usará os fundos comunitários postos ao nosso dlspõr e irá utilizar os instrumentos próprios das pol!ticas monel!ria, orçamental e de n!ndimentos.

A utilizaçlo daqueles recursos financeiros pemútirá supenr os upectos contraditórios da modemizaç1o/convergência nominal, j! que evitarl que o crescimento do investimento e o consequente aumento da desposo Interna se repercucam de forma demasiado negativa na balança de pagamentos, uma vez que o maior défice da balança de beru; e serviços ser.!. em par

69. A conjugaçlo du pol!tlcu ob)KtO especifico do pr...,nte Programa, com as politicas monetária. orçamental e de rendimentos, cujas orlenta«Ses constam do PCEDED , pennitlrá obter um crescimento do PIB mais dpldo do que o da mfdLa comunitária da ordem de 4':\ em mfdla onual.

Consldera...se que este crescimento do PIB é o mais elevado que serj poss!vel obter sem causar desequil!brios graves na balança de pagamentos nem impossibilitar uma nova desaceleraçlo no ritmo da inflaçlo, que se situar'- a nive.is inferiores a 5 .. em 1992. Por outro lado, seri sufldentemente rápido para permitir ganhos de produtividade -indispensAveis perante a realizaçlo do Mercado Interno Comunitário em 1992 ·sem afectar a evolução favorável do emprego.

70. Pesem embora as transfer@ndas comunitárias, a restriç.J:o externa continuad certamente actuante Com efeito, a economia portuguesa ~ uma economia aberta integrada num mercado mais vasto, com livre drcu.Jaçlo de mercadorias, a caminho de uma integrac;lo plena de cirollaçlo de serviços e factores produtivos Assim, nlo fariA qualquer sentido admitir que Portugal poss. produzir todos os bens de forma mais eficiente e, por consequ~nda, a menor custo do que o mercado intemadon.a.l. Por isso, aumentos de procura interna levado certamente a aumentos das importo~ções no que respeita aos bens e serv1ços transacdon,veis; por outro lado, caso essa evoluc;Jo da procur~ St."Ja demasi~do ripida, ela Jevarl ao surgtmento de tensões inflaccionista.s se nlo existir capacidade de resposta por parte da estrutura produtiva nacional no que se refere aos bens nao transaccionáveis com o exterior, assumindo particulu relevo o sector da construçlo civil.

71. Para conseguir este crescimento .. equilibrado do ponto de vista externo e nlo inflacdonista, a política económica terá de actuar decisivamentt do hldo da procura, mantendo uma onentaç3o fundamental de actuaçlo sobre a oferta e sobre os custos de produç!o. Dados os objectivos das pol!llcu estruturais de modemlzaçlo, ser! necessário aumentar a particlpaçlo da formaç!o bruta de capital fixo no PIB (a qual passará de 26,6':\ em 1988 paro 30,6':\ em 1992). Este aumento seri compensado parcialmente por um maior défice de bens e serviços (tomado pooslvel dadu as trAnSferências comunitárias) mas ser! sempre nec:essúio obter um.a moderaçJ.o D.l. evoluçJ.o do conswno (privado e pllbUco) de modo a que pera peso no total do PIB. 1510 signifia que o