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• Aprofundar ainda mais, num contexto de baixo desemprego, a seletividade e o reforço

das políticas ativas de emprego nos grupos e contextos com maior dificuldade no

emprego, como os jovens, desempregados de longa duração, territórios de baixa

densidade e territórios urbanos vulneráveis;

• Aprofundar as exigências dos estágios profissionais apoiados, de modo a reforçar os

critérios de aprovação das candidaturas, a ligação com a empregabilidade direta dos

jovens por parte das empresas e os níveis das bolsas praticadas e ainda melhorar a

regulação dos estágios não apoiados, de modo a prevenir abusos;

• Melhorar a sinalização e acompanhamento dos jovens NEET, de modo a dar resposta a

riscos de exclusão prolongada no âmbito da nova Garantia Jovem;

• Promover, em 2022, o reforço dos instrumentos de inserção profissional dos jovens na

transição para a vida ativa, numa lógica de “Programa Ponte” que contribua para

aumentar as taxas de emprego dos jovens, ainda afetados pela pandemia;

• Implementar um programa nacional de mercado social de emprego, a partir de

experiências-piloto, com ancoragem em projetos locais, em zonas deprimidas ou para

públicos mais vulneráveis, para reforçar a atratividade e a coesão dos territórios de baixa

densidade, e para combater a exclusão social e pobreza nos territórios urbanos mais

complexos;

• Prosseguir a modernização dos serviços públicos de emprego e formação, apostando em

novas metodologias, incluindo o reforço dos sistemas de informação e avaliação e a

utilização de ferramentas de inteligência artificial;

• Desenvolver um programa nacional de incubadoras sociais de emprego, que potenciem a

inclusão no emprego de desempregados de longa duração e jovens NEET, a partir da

experiência-piloto inspirada no modelo espanhol das lanzaderas, com equipas

organizadas para a procura ativa de emprego com o apoio de mentores;

• Repensar os gabinetes de inserção profissional e reforçar o encaminhamento para

formação, em articulação com o Programa Qualifica;

• Potenciar o portal dos serviços públicos de emprego e formação, nomeadamente

generalizando a sua utilização pelos desempregados com inscrição nos centros de

emprego e alargando a sua cobertura empresarial;

• Consolidar em todo o território a figura do “Gestor +”, que se dedica às empresas com

maior capacidade de criação de emprego em cada território;

II SÉRIE-A — NÚMERO 4 _______________________________________________________________________________________________________________

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