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110 ii SERIE—NUMERO 4-CM

na oscala do exame a!olã•ciuo. ou seja, rntiito provdvcl,na ordern dos 95 % o 98 %. Isto d, Os dots documonios, orequenirnento da empresa e a inforrnação da Socrotaria doEstado, foram foitos an mosma mdquina.

Ora, esW cicunsthncia, conirontada corn os outros ole-memos que jU aqul expus, (icsignadarnentc as prOpriasafirmaçbes do Dr. Moui Figucircdc. dizendo que tudo unhasido resolvido na Socrota.ria do Estado o as prdprias relaçOospessoais C polulicas cairo ambos, icvoo—rne a forrnar a opiniflo do quo tudo so bra passado assirn. Contudo, nuncaafirmei, peremptorhunente, quo o assunto foi urn xgrandecozinhado> folio no Gabinete do Sccretiirio do Esrado,porque d impossivol icr uina prox’a cabal disso, rn.as ostouconvoncido do quo, corn o

O Sr. Presidente: — Torn a palavra o Sr. DoputadoOctávio Teixeira.

o Sr. Octdvio icixeira (PCP): ——Sr. Presidente, asqucsOes (100 gostaria do colocar cram poucas C apOs ouviro Sr. Doubt AntOnio Marinho ainda são rnenos, ama VOLquo urna delas acabou dr ser relerirla: era a qucstão doexarne grafológico.

A minha dUvida era a do sahcr so. quando so refcriunos sons ardgos a csso examo grninhcico, ole term sidofoito por I nicitiva sm par inai’aIiva (to a aol Expresso dupor iniciaLiva of icial. Mas, agora fiquci a saber iue Linhasido urna inicianva sua.

o Sr. Dr. Antonio Marinho: —- Exactarnente,Sr. Deputado. Foi ama in iciati va m mba.

Alids, posso atd di/er quo o jornal Expre.c.co jri thihaalertado ox meus supcrores pain ossa circunsthncia, mas,do facto, isso não scriapublicado enquanbo nflo se to’cssourna caução dónea do porno do vista pericial.

O Sr. Octdvio Teixeira (PCP): —0 Dr. AntonioMarinho love varios encontros, ou pcio menos urn, coin oSr. Secietxio do Esbada accrca dosLo panosso ——- alids,reform wo the fol mas1ado a despcho do 21 do Maio

Assirn, a quesiflo quo’ the cooco 0 esiw nessa altin’a, oncm quatqucr dos outros encontros quo tenha tido corn oSr. Sccretdrio do Estado, foi ou nan colocada ii suadisposição toda a docurnenuiçao oxstcare sobro 0 procosso.

o Sr. Dr. Antonio iarinho: — Näo, hem poiocontrdrio! Eu podi a documentdção ao Sr. Sccretdrio doEstado, porquo xc. do facto, as coisas so passaram coinoole refoña, ontão nada lavia a esconder, rifla baum do quobr medo. Pu nato, podi no Sr. Secrocria do Estado parame doixarconfirmar aquilo quo acabaVa do dizer; pordm,o Sr. Secretdrio do Estado refugiuva-se numa amaconfidoncial, dizondc 4uehJodi&f, 1Uéfria álñii rnprccedentc a na ‘J -

Erotlo, en disso: ,cE4uantoeu rPu tiver a prova, dadapolo Sr. Seerotário do Estarlo, nflo you farer quaiqucr dosmentido àquilo quo disJTninsinito a sna :iniPo, ouço-a,nas no airo a rni:iia posção. .nuio fazerdo, portanto,qoahiucr dostirnudo Aunila quo escrevi -*

O Sr OctAylo Teixeira (PCP): — Muito obrigado,Sr. Dr. AntOnio Marinho.

As outras nuns quostöes quo gostaria do eoloear sãorelacionadas corn a ontrevista quo o Dr. Oliveira Costadou no jamal Expresso na odição do 21 do Juiho, entrovistaessa cm quo a posiçäo do Sr. SecrotArio do Estado sealterou — alias, o tutulo colado polo Dr. AntOnio Marmnho

O Sr. Dr. AntOnio Marinho: — Elo diz isso porquerefore o seguinto: r>

O Sr. OclOvio Teixeira (PCP): — Sim, rnas, já agora,so me permite, gostaria do aeabar a pergunta.

Entretanto; o Sr. Secreuirio do Estado tinha elaboradoama carLa para o jornal Expresso quo, a sor publicada scmatraso, sal na nesse ndtnero.

A primoira questflo quo gostaria do saber c so o jornalExpresso chegou ou nüo a teether essa carLa.

O Sr. Dr. AntOnio Marinlto: — Sun senhor!

O Sr Octavin Teixeira (PCP): — A sogunda questAo 0a seguinte: conhoce ou näo as razOes quo levaram 0Sr. Sccrei0rio do Estado a retirar a carla c a dar a entrovistacorn urna posição completarnente diferente.

O Sr. Dr. AntOnio Marinho: — Sr. Deputado, oSr. Sccrctário do Estado eScroVou uma carta ao jornal, quome id ontroguo para eu responder, e quo era para sorpublicada, acroscentando en a charnada nota do rodacção.Mas, cu clisso: >

Assiin, telefonci a sua secretAria e, corno já disse, fui,corca das 19 horas e 30 minubos, falar corn ole e no seuGabino.to; entre outras coisas, acordamos em substiiuir acarut pela ontrevista, e esta foi feita. Alias, houvo ate algurnas porguntas, polo rnonos uina, cuja resposta me foiditada polu Sr. SecretOnio do Estado, oscrovondo ou palavranor palavra aquilo quo inc era dito. Alias, houve ate urnarcsposta em quo do recortou urna pane da carLa e colainoIa no papol ondo en tomei notas das rospostas as porguntasquo havia colocado. Portanto, a carta ficou rocortada e noccsto dos papOis.

Posteriormonte, o Sr. Secretário do Estado fez quoixa aAba Autoridado para a Coinunioaçao Social, dizendo quoo joinat Expresso so rccusou a publioar a carla quo dotinha escrito no oxercicio logal do diroito de resposta.

Na vordado, jd havia mnducios o factos quo mo tinharnalortado e deinonstrado quo o -Sr. SecroiArio do Estadoestava a montir cm nuitos aspoctos e a agir de ma fdnounos, o isto foi o quo me fez tot a cortoza dofinitivadisso, porquo a carla foi rocobida no jornal a uma quarta-feira, a convorsa quo cu Live corn ole foi a urna quinta-feint o na somana seguinto o Sr. Secrotánio do Estadoaprosontou quoixa Is Alta Autoridade para a ComunicacaoSocial.

Na altura, atO fiquoi surproso porque não osperava urnaatitude desws, urna vez quo tinha sido nogociado quo

alid. a carla ficou csfrangalhada no cesto dos paps —a cana scria s’dbstitufda pela entrovista. Do qualquor forma,fiqtioi a’crtado para as cautelas redobradas quo devonia ter.

Eu: to-lu a caso, o Sr. Secrot0rio do Estado ate agiuatabalhoadarnenle, porque nero soquor doixou passar o

‘-:4-a”---

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thi,tr,ii Sr’L2L