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Diário da Câmara dos Deputados

imposto do que paga o pobre diabo que anda a calcetar as ruas da Câmara, porque paga 2õ milavos por cada litro de vinho que beba.

Mas é necessário conciliar interesses,- e do facto a exportação (lê vinho traz ao país uma certa abundância de ouro. Mas devemos ver que há muitas casas exportadoras que sendo inglesas, só fazem entrar no país o necessário para pagarem o vinho ^ao lavrador. Os lucros ficam lá fora.

É razoável "que o Estado procuro fazer

Tenho dito.

O discurso será publicado na integra quando o orador haja devolvido as notas taquigráficas. •

Foi lida na Mesa e admitida a moção apresentada pelo Sr. Mem Verdial.

O Sr. Bartolomeu Seveiúio : — Por parto da comissão de redacção mando para a Mesa a nota da constituição desta comissão.

Foi lida na Mesa.

O Sr. Presidente : — Vai enlrar-son^ ordem do dia.

ORDKM DO DIA

O Sr.'João Luís Ricardo (porá um requerimento}: — Requeiro -que entro amanhã antes da ordem do dia, com dispensa do Rcgimcntoy o projecto de lei n.° 607-B.

Foi aprovado. •

O Sr. Tavares de Carvalho:— Mando para a Mesa o seguinte

Requerimento

Roqueiro que entro

Em 4 do Dezembro de 1920.— Tavares de Carvalho.

Foi lido na Mesa e aprovada.

O Sr. Presidente:—Para a boa orcfeni dos trabalhos, devo advertir a Câmara de

que, quem dirige os trabalhos ó a Mesa, o que mo parece melhor que os Srs. Deputados aguardem que ela ponha os projectos em discussão, a fim do evitar confusão, na ordem dos trabalhos.

Np emtanto não tive dúvida cm pôr à votação o requerimento do Sr. Tavares de Carvalho.

O Sr. Tavares de Carvalho.:-1-Sr. Presidente: já no dia 4 pedi para que entras? se em discussão este projecto, que ó apenas de um único artigo, e com o qual os Srs. leaders dos vários partidos conservadores.

' O Sr. Presidente : — Vai ler-se a proposta do Sr. Ministro das Finanças.

O Sr. Eduardo de Sousa:—Peço a palavra para interrogar a Mesa.

O Sr. Presidente:—Tem V. Ex.a a palavra.

O Sr. Eduardo de Sousa : — Sr. Presidente : en tinha pedido a palavra para quando estivesse prosriile o Sr. Miuislro dos Negócios Estrangeiros; 'mas, como S, Ex.:i não compareceu à sessão, eu novamente pedi a palavra, para quando estivesse presente qualquer Sr. Ministro, precisamente na altura cm que na sal í* não estava nenhum, embora estivesse a pasta do Sr. Ministro das' Finanças.

- Ora eu desejava interrogar o Sr. Mi -nistro dos Negócios Estrangeiros, sobro a nomeação de dois Deputados, p fira a nossa delegação em Paris, porque acho muito grave que, num momento cm que o Sr: Ministro das Finanças vem apresentar as suas medidas, que todo o país conheço mandem Deputados para o estrangeiro cni comissões altamente rendosas.

Desejava, pois, pedir a V. Ex.a ou ao Sr. Ministro das Finanças a fineza do co- • municar ao Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros o desejo que tenho, de quo S. Ex.a compareça amanhã nesta Câmara, antes da ordem do dia, devidamente habilitado, para responder às várias pregun-. tas que desejo formular sobre Csto assunto.