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• Melhorar a atratividade dos transportes públicos e a experiência dos utilizadores,

promovendo a digitalização de serviços ligados à mobilidade, a sua integração e a sua

complementaridade com outros serviços, o desenvolvimento de plataformas de

informação que permitam soluções de smart mobility e a implementação de novos canais

de comunicação, pagamento e informação ao público;

• Garantir transportes públicos acessíveis, criando incentivos à requalificação de estações

e interfaces e à renovação de frotas, tendo em visto o cumprimento de normas técnicas

de acessibilidade por parte de cidadãos com deficiência, incapacidade ou mobilidade

reduzida;

• Facilitar a transição para a mobilidade elétrica, favorecendo no plano fiscal os veículos

elétricos, mantendo apoios à aquisição dos veículos, reforçando e expandindo a rede

pública de carregamento, incluindo o aumento do número de postos de carregamento

rápido nos principais eixos rodoviários e terminar a interligação com Espanha;

• Melhorar a integração dos novos conceitos de mobilidade elétrica com a distribuição e

logística urbana e promover oportunidades de desenvolvimento tecnológico e de novas

soluções de mobilidade sustentável em torno do ecossistema nacional da mobilidade

elétrica;

• Dar continuidade à Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Ciclável, integrando nela

a componente pedonal e acelerando a sua implementação, mantendo e reforçando o

envolvimento de todas as áreas governativas;

• Eliminar os obstáculos ao transporte de bicicletas nos transportes públicos, expandir os

sistemas públicos de bicicletas partilhadas; incluindo a promoção da intermodalidade,

apoiar o desenvolvimento da rede nacional de infraestruturas cicláveis, dinamizar a

criação de uma rede de cidades portuguesas amigas da bicicleta e promover e expandir o

projeto “Cycling and Walking”, transformando Portugal num destino mundial para rotas

pedestres e cicláveis;

• Continuar a dar prioridade à ferrovia com a conclusão, até 2023, dos investimentos

previstos no programa Ferrovia 2020 e o arranque dos projetos previstos no Programa

Nacional de Investimento 2030, com os seus três eixos de ação principais: completar a

modernização e eletrificação de toda a rede ferroviária, eliminar os estrangulamentos à

capacidade nas áreas metropolitanas e criar um eixo de Alta Velocidade e de elevada

capacidade entre Lisboa, Leiria, Coimbra, Aveiro, Porto, Braga e a Galiza; concluir e

aprovar o Plano Ferroviário Nacional que oriente as opções de investimento no longo

prazo;

II SÉRIE-A — NÚMERO 4 _______________________________________________________________________________________________________________

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