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II SÉRIE-A — NÚMERO 28

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• França, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá e Japão, tirando partido da amplitude

do relacionamento bilateral e das oportunidades geradas pelas novas políticas de reindustrialização e

fortalecimento das cadeias de abastecimento;

• Alemanha e Eslovénia, no âmbito do trio de presidências do Conselho da União Europeia;

• Países da Coesão, países da Fachada Atlântica e países do Mediterrâneo, no âmbito da União Europeia,

de forma a garantir os equilíbrios indispensáveis ao desenvolvimento da construção europeia e dos interesses

portugueses na mesma;

• Espanha e França, atentos os encontros de alto nível previstos para 2021 e a densidade da agenda

bilateral;

• Reino Unido, considerando o pós-Brexit;

• Países de língua portuguesa, atentos os laços políticos, culturais e económicos tão estreitos que unem

Portugal a cada um desses países;

• Países do norte de África e da África Subsaariana, com especial relevo para, consoante os casos, as

questões de vizinhança, mobilidade, segurança e economia;

• Países latino-americanos, com particular destaque para os do Mercosul, vistos os desenvolvimentos em

curso no acordo com a UE;

• Índia, aproveitando, no plano bilateral, não apenas o recente aprofundamento das relações político-

diplomáticas ao mais alto nível, como também os efeitos esperados do novo impulso às relações entre a União

Europeia e a Índia, dinamizado pela presidência portuguesa do Conselho da UE, China e a República da Coreia,

dados os avanços verificados, quer no plano bilateral quer em virtude de acordos celebrados ao nível europeu,

consolidando e expandindo o nível de relacionamento político e económico.

No eixo da «internacionalização da economia», o Governo pretende:

• Implementar o Programa Internacionalizar 2030, desenvolvendo novas medidas de apoio às exportações,

ao investimento português no estrangeiro e ao investimento direto estrangeiro no País e, em simultâneo,

incrementando o valor acrescentado nacional, com destaque para as iniciativas de resposta à pandemia de

COVID-19;

• Participar ativamente na execução do Plano de Recuperação e Resiliência, com enfoque nas medidas

direcionadas à promoção da atração de investimento, do comércio externo e das condições de contexto das

atividades económicas (em especial com o exterior);

• Continuar a consolidar o processo de modernização dos serviços prestados pela Agência para o

Investimento e o Comércio Externo de Portugal (AICEP), designadamente na área da transição digital e no apoio

às pequenas e médias empresas;

• Monitorizar a evolução da balança comercial de bens e serviços, prosseguindo o esforço de recuperação

dos valores do peso das exportações no PIB (em direção à meta de 50% até meados da década), e dos objetivos

de diversificar os mercados de exportação e de alargar a base exportadora que se verificavam antes do

surgimento da pandemia de COVID-19;

• Concretizar a participação portuguesa na Expo 2020 Dubai (adiada para 2021);

• Garantir o acesso de empresas portuguesas a mercados externos através do levantamento de obstáculos

ao comércio e ao investimento e fomentar o aproveitamento das oportunidades económicas decorrentes da

entrada em vigor de acordos de comércio livre celebrados pela União Europeia (destacando-se, entre os mais

recentes, os acordos com o Vietname, em 2019, e com Singapura, em 2020).

Relativamente à «política de cooperação para o desenvolvimento e dos parceiros internacionais», o

documento em análise destaca que o Executivo pretende:

• Implementar o novo Conceito Estratégico de Cooperação 2021-2027;