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• Promover uma agricultura e territórios rurais mais resilientes, melhor adaptados ao

contexto das alterações climáticas, fomentando a criação de pequenas zonas regadas

através do armazenamento de água em charcas e pequenas barragens, a instalação ou a

reconversão para culturas com espécies e variedades melhor adaptadas às mudanças no

clima e mais resistentes aos eventos extremos e à escassez de água, adotando medidas

de gestão e conservação do solo que melhorem o teor de matéria orgânica e reduzam o

risco de desertificação, apoiando e dinamizando a apicultura, a pastorícia extensiva e a

agricultura em zonas mais marginais, de forma a combater o abandono agrícola e a reduzir

o risco de incêndios rurais, promovendo ações de capacitação e sensibilização dos

agricultores para a adoção de boas práticas no contexto das alterações climáticas;

• Assegurar uma gestão eficiente do risco, alargando a contratação do seguro de colheitas

de acordo com o regulamento dos seguros de colheita, no âmbito do sistema integrado

de proteção contra as aleatoriedades climáticas, e criando veículos financeiros

voluntariamente contratados por conjuntos de agricultores com interesses comuns a

nível setorial ou regional de modo a assegurar uma resposta preventiva ou por

compensações a posteriori;

• Evoluir para uma agricultura mais sustentável, melhor adaptada às transições climática,

ecológica e energética, promovendo o sequestro de carbono em áreas agrícolas,

fomentando a agricultura de precisão visando uma aplicação mais eficiente de

fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos e uma gestão mais eficiente da água e da

energia, aumentando o uso de fertilizantes orgânicos e reduzindo progressivamente o uso

de fertilizantes de síntese; apoiando a investigação, desenvolvimento e aplicação de

tecnologias mitigadoras associadas à alimentação animal, promovendo soluções

integradas de tratamento e valorização dos efluentes agropecuários e das indústrias

agroalimentares, promovendo a eficiência energética e a incorporação de fontes de

energia renovável na atividade agrícola, nomeadamente a bioenergia, com sobrantes da

exploração agrícola e florestal, o biogás e a energia fotovoltaica, e apostando em

estratégias de apoio ao consumo sustentável, nomeadamente através dos apoios a dietas

saudáveis e equilibradas, a redução do desperdício alimentar, bem como apoio à

produção local e consumo de proximidade;

II SÉRIE-A — NÚMERO 4 _______________________________________________________________________________________________________________

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