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• Promover um maior equilíbrio nas cadeias de valor agrícolas, pecuárias e silvo-industriais,

com a concentração da oferta e o reforço da posição dos produtores na cadeia de valor,

incentivando as organizações da produção a desempenhar um papel mais efetivo na

sustentabilidade das unidades produtivas dos seus associados, promoção das

organizações interprofissionais e de organizações dos produtores, estabelecendo

regulamentação incentivadora de boas práticas e impeditiva de práticas comerciais

desleais;

• Implementar os projetos do PRR e da Agenda de Inovação para a Agricultura 20|30;

concluir os concursos dos projetos de investigação e inovação; implementação do Portal

Único da Agricultura, com disponibilidade de conteúdos e avisos de apoio à atividade e

acesso a serviços online, desde um sistema de gestão de aplicação de produtos

fitofarmacêuticos, até ferramentas de gestão agrícola e o caderno de campo digital;

executar investimentos de requalificação e revitalização dos polos da Rede de Inovação,

assegurando a sua dinamização com os vários agentes do sistema de inovação agrícola

em torno das iniciativas emblemáticas da Agenda de Inovação.

Prosseguir a reforma da floresta

Os espaços florestais ocupam quase 70% da nossa área terrestre, constituem um elemento vital

da paisagem e de sustentação aos ecossistemas, para além de uma âncora económica,

ambiental e social dos territórios, suportando a jusante importantes fileiras económicas, como

a indústria, o turismo ou a caça. Para além destes bens e serviços, os espaços florestais

asseguram a componente de sequestro de carbono indispensável para que Portugal possa

atingir a neutralidade carbónica, e asseguram a manutenção da qualidade do solo e a

regularização dos ciclos hidrológicos. Nas últimas duas décadas, a capacidade de sumidouro tem

sido, em média, de 10 milhões de toneladas de CO2 por ano, embora possa variar em função da

dimensão da área ardida em cada ano. Assim, no quadro do combate às alterações climáticas, é

essencial adotar medidas de adaptação da floresta, que permitam uma maior resiliência do

território e, sobretudo, reduzir o perigo de incêndio, através da diminuição da carga de

combustível e da sua continuidade.

1 DE ABRIL DE 2022 _______________________________________________________________________________________________________________

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